domingo, 4 de maio de 2008

vida loka

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Vida Loka não briga..............arranja treta*Vida Loka não bebe...............chapa o coco*Vida Loka não cai................capota*Vida Loka não entende............se liga*Vida Loka não fuma...............dá uns pega*Vida Loka não passeia............dá um rolê*Vida Loka não come...............ranga*Vida Loka não entra..............cai pra dentro*Vida Loka não mata...............destrói/dichava*Vida Loka não fala...............bola 1 idéia*Vida Loka não dorme..............apaga*Vida Loka nunca tá apaixonado....tá afim*Vida Loka não namora.............dá uns cato*Vida Loka não mente..............dá um migué*Vida Loka não ouve música........curte um som*Vida Loka não se dá mal..........a casa cai*Vida Loka não acha interessante..acha bem lôco*Vida Loka não tem amigos.........tem uns truta /parceiros*Vida Loka não mora em bairro.....se esconde nas quebrada.*Vida Loka Até o Fim.............

sexta-feira, 2 de maio de 2008

AMOR

♥♥♥Se for pra Roubar...♥♥♥♥♥♥ke seja um Beijo...♥♥♥♥''♥♥Se for pra Matar...♥♥♥♥♥♥ke seja a saudade...♥♥♥♥♥♥Se for pra ter Fome...♥♥♥♥♥♥ke seja de Amor...♥♥♥♥♥♥Se for pra Xorar...♥♥♥♥♥♥ke seja de Alegria...♥♥♥♥♥♥Se for pra Perder...♥♥♥♥♥♥ke seja o Medo...♥♥♥♥♥♥Se for pra Enganar♥♥♥♥♥♥ke seja o Estômago...♥♥♥♥♥♥Se for pra Guerra...♥♥♥♥♥♥ke seja de Travesseiro...♥♥♥♥♥♥Se for pra Eskentar...♥♥♥♥♥♥ke seja o Sol...♥♥♥♥♥♥Se for pra Brigar...♥♥♥♥♥♥ke seja por Amor...♥♥♥♥♥♥Se for pra Cair...♥♥♥♥♥♥ke seja pra se levantar...♥♥♥♥♥♥Se for pra Ser Feliz...♥♥♥♥♥♥ke seja Pra SeMpRe...♥♥♥

sábado, 10 de novembro de 2007

racismo




São 113 anos sem grilhões, sem as marcas da chibata. Mas em pleno século XXI a sociedade brasileira empurra os negros e seus descendentes – ou seja, 45% da população – para uma realidade muito parecida com a das senzalas. Para camuflar a responsabilidade por ter mantido por três séculos a escravidão e submetido os afro-brasileiros ao trabalho forçado e ao cativeiro, criou-se, respaldada na miscigenação, o mito da democracia racial. Como se vivêssemos num eterno desfile de escola de samba, a igualdade entre brancos, negros, mulatinhos e tantas outras variantes de cor, criadas para não encarar o preconceito, foi pregada como uma realidade capaz de maquiar a exclusão e a intolerância racial no Brasil. Para aqueles que não conseguiam enxergar dentro de casa a desigualdade e a sua
Renato Velasco
Paula e Cláudio Adão estão casados há 23 anos e ainda enfrentam preconceitoprofunda dimensão racial, a separação entre o Brasil e a África do Sul do apartheid era de um enorme oceano. Enquanto aqui negros e brancos dividiam o mesmo banco do metrô, na terra de Nelson Mandela insuflavam a segregação com leis abomináveis. Do lado de cá do mapa, lutar contra o apartheid sul-africano se limitava a repudiar o governo branco do continente negro. O regime sucumbiu em 1994, quando Mandela chegou à Presidência. Com o fim da ditadura racial no país africano, ficaram mais claros o racismo, a discriminação e a intolerância em países signatários de acordos de defesa dos direitos humanos. A máscara da hipocrisia começou a cair. O Brasil é um dos mais constrangidos, mas não está só. Em todos os quadrantes do planeta, oprimidos raciais, étnicos, religiosos e sexuais estão pondo a boca no trombone para cobrar atitudes coerentes de quem lutou contra o apartheid, mas mantém no seu quintal desigualdades tão abissais quanto as vividas na África do Sul. A intolerância levou o diplomata brasileiro José Augusto Lindgren, atual cônsul-geral em San Francisco (EUA), a propor à ONU a realização de uma nova discussão sobre o preconceito pós-apartheid. A III Conferência Mundial Contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância será realizada em Durban (África do Sul) entre 31 de agosto e 7 de setembro.
Alan Rodrigues
Luiz Antônio: “É preciso reconhecer que existe uma questão racial no Brasil”
Desigualdade – O país de Lindgren, onde o mito da democracia racial foi nocauteado pelas estatísticas, tem contas a prestar. O mercado de trabalho é uma prova do tamanho da desigualdade: os negros ganham, em média, a metade do salário dos brancos. Os relatos e sugestões do Brasil ao mundo pós-apartheid serão definidos em um encontro nacional na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, entre os dias 6 e 8 de julho. Os organizadores dos dois eventos prevêem que o abismo entre negros e brancos concentrará as atenções tanto em Durban quanto no Rio.


O Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), do Ministério do Planejamento, iniciou, em março, uma de suas pesquisas mais ambiciosas. Sob a coordenação do economista Ricardo Henriques, o instituto quer fazer um diagnóstico da desigualdade racial brasileira em todos os seus aspectos. A pesquisa deve ser concluída no fim de 2002. ISTOÉ teve acesso aos primeiros dados. Os resultados mostram que as leis existentes de nada adiantam. Um trabalhador branco ganha, em média, R$ 573 mensais. O negro, R$ 262. Nos dados do Ipea, o branco passa mais tempo na escola (6,3 anos) do que os negros (4,4 anos). Entre adultos de 25 anos, a situação é a mesma: o negro estuda 6,1 anos e o branco 8,4. O Ipea concluiu também que, se os negros tivessem a mesma escolaridade dos brancos, ainda assim seus rendimentos seriam 30% menores, de R$ 407. A diferença é fruto da discriminação no mercado de trabalho e nesse campo não houve avanços no último século.
Essa fonte e tirada da Revista ON LINe